10-01-2017 às 13:18
10-01-2017 às 15:06
Certamente que saiu da linha de produção e não fez o quality check. Esqueceram-se de afinar as cordas!
Deixo um tutorial para eventuais problemas futuros:

Deixo um tutorial para eventuais problemas futuros:

10-01-2017 às 15:11
Eles quando viram que a mota era para o Dfelix... é agora que vamos fazer uma mota tão má, mas tão má... para ver se ele nunca mais tem uma ideia triste destas de voltar a comprar uma Yamaha...
10-01-2017 às 15:55
(10-01-2017 às 15:06)hjjs Escreveu: [ -> ]Certamente que saiu da linha de produção e não fez o quality check. Esqueceram-se de afinar as cordas!
Duvido que tenham feito algum quality check!!!
Se fosse feito teriam descoberto que o pinhão de ataque foi instalado sem freio.
Motivo pelo qual saltou em andamento antes de ter completado o primeiro ano de vida.
As FZ6 surgiram numa altura em que a Hornet dominava as vendas e não havia nada equivalente em catálogo.
Tal como existia uma curta janela entre as normas Euro 2 e Euro 3.
A Yamaha decidiu que não justificava apostar mais no excelente motor carburado das Thundercat e Fazer. Acharam que o futuro estava em adaptar o motor da R6 de 2003 para o mesmo efeito.
O motor até é porreiro.
Sofre dum sintoma comum da maioria das motos desta geração em que os motores por derivarem de superdesportivas tinham comportamento pontudo com altos regimes interessantes, mas extremamente asmáticos nos primeiros 2/3 do taquímetro. Mas vive-se bem com isso.
O quadro é igualmente excelente, produzido em alumínio injectado num molde como só existia nas superdesportivas.
O problema era tudo o que existia em volta do motor... desde as suspensões à qualidade da electrónica.
10-01-2017 às 15:57
Resumindo o quadro é optimo....os acessórios envolventes é que não eram grande coisa. 

10-01-2017 às 16:25
Agora por ler o relato do Dfelix, especialmente em relação ao pinhão se ter solto, já não é a primeira FZ6/Fazer que sei de algo semelhante ocorrer.
Na Fazer 600 do Vitor Carvalho (que costuma participar em alguns eventos aqui do forúm), o pinhão de ataque também estava solto e "corria" livremente na extremidade estriada do veio secundário e só não saltava fora porque a tampa de plástico que o cobre impedia que tal acontecesse.
Ele deu conta foi quando começou a ver uma marca esquisita e arredondada na face exterior da dita tampa. Quando foi a ver o que era, deu-se conta que foi o pinhão que foi "comendo" o plástico pelo interior e a marca aparente era já a espessura de plástico de tão fina que estava aonde o pinhão de ataque desbastou a tampa.
Na Fazer 600 do Vitor Carvalho (que costuma participar em alguns eventos aqui do forúm), o pinhão de ataque também estava solto e "corria" livremente na extremidade estriada do veio secundário e só não saltava fora porque a tampa de plástico que o cobre impedia que tal acontecesse.
Ele deu conta foi quando começou a ver uma marca esquisita e arredondada na face exterior da dita tampa. Quando foi a ver o que era, deu-se conta que foi o pinhão que foi "comendo" o plástico pelo interior e a marca aparente era já a espessura de plástico de tão fina que estava aonde o pinhão de ataque desbastou a tampa.

10-01-2017 às 16:26
(10-01-2017 às 15:11)nelsonajm Escreveu: [ -> ]... para ver se ele nunca mais tem uma ideia triste destas de voltar a comprar uma Yamaha...
E conseguiram!
Apesar de que no presente acho que era perfeitamente capaz de viver confortavelmente com alguns modelos da marca.
Nomeadamente MT-09 e derivadas.
Na minha péssima experiência com a marca seria injusto não reconhecer que a Yamaha Portugal foi sempre impecável na tentativa de resolução dos problemas.
Atenção... referi Yamaha Portugal!
Porque a minha opinião sobre a generalidade dos agentes é péssima!
Quando tencionava comprar a moto, fui a praticamente todos os agentes da marca na zona de Lisboa (alguns já não existem) e parecia que me estavam a fazer um favor vender a moto.
Excepção da Riquexó no Barreiro onde acabei por a comprar e apesar de ficar a 85km de onde morava, fui lá fazer as revisões.
(10-01-2017 às 15:57)hjjs Escreveu: [ -> ]Resumindo o quadro é optimo....os acessórios envolventes é que não eram grande coisa.
O quadro é excelente.
E certamente era caro de produzir. Razão pela qual optaram por poupar em tudo o resto para no fim ter um preço adequado.
O meu maior problema foi ter comprado a moto quando ela saiu.
E em 3 meses espetei-lhe ~40 mil km. Logo, tive todos os problemas de juventude antes da maioria dos outros proprietários pelo mundo fora.
Inicialmente foram problemas electrónicos.
Alguns sensores, nomeadamente o TPS avariou e dava leituras incorrectas baralhando a injecção.
Defeito de fabrico no componente, que afectou vários modelos do catálogo.
Depois.. foi tudo o resto. Desde suspensões que batiam no fundo quando travavam ao pinhão de ataque saltar em andamento.
Tive dois momentos felizes com ela.
O dia que a comprei.
E o dia em que ela foi prá sucata, sequência dum acidente que felizmente não tive culpa nem me magoei.
10-01-2017 às 18:10
40.000 km em 3 meses?
A fazer que viagens? Eu falo 13.000 km de carro nesse período e já ando e acho que é muito!
A fazer que viagens? Eu falo 13.000 km de carro nesse período e já ando e acho que é muito!
10-01-2017 às 18:24
eu fiz 13.000 km num ano e acho que ando bastante 

10-01-2017 às 18:27
40.000kms em 3 meses?!
Está explicado porque é que a moto deu tantos problemas...
....era para ver se conseguia ir para a oficina descansar um pouco.
Está explicado porque é que a moto deu tantos problemas...
....era para ver se conseguia ir para a oficina descansar um pouco.