(04-11-2016 às 11:39)pedromt07 Escreveu: [ -> ] (04-11-2016 às 11:34)dfelix Escreveu: [ -> ] (04-11-2016 às 10:37)pedromt07 Escreveu: [ -> ]2cil. em linha com conceito crossplane devido ao binário e sempre disponível em qualquer regime de rpm.
Não deixa de ser irónico quando a ideia por detrás do bicilindrico paralelo a 270º passa precisamente por replicar o comportamento nativo dum V-twin 90º. 
Sim tens razão, estava para acrescentar isso mas achei que não era necessário.
Porque não L-twin já agora? Não é igual a um V-twin a 90°?
Isso são niquices do Carlos pá....
em L ou em V
é como o quatro em linha ou o quatro em I
Ora bem.... quanto a arquitecturas de motor, isto tem muito que se lhe diga. Até porque não contam apenas o nº de cilindros, mas também a sua disposição, tipo de concepção, nº de válvulas ou até mesmo a configuração da cambota. Por exemplo, mesmo num bicilíndrico em linha, flat ou em V, podemos obter comportamentos tão díspares... como num inline 4 vs V4.... como num 6 em linha vs um flat six.... and so on!
Nunca conduzi motos com mais de 4 cilindros.
Como em tudo, cada arquitectura tem vantagens e desvantagens. Começar a enumerar cada uma delas daria pano para mangas.
Por outro lado, estar a dizer que prefiro um determinado tipo de motor, apenas baseando-me no nº de cilindros, e sem meter mais dados na equação, acabamos por ter uma avaliação superficial. Até porque depois existe ainda a adequação da configuração do motor ao tipo de moto. Mesmo com um nº de cilindros equivalente, a mesma disposição e cilindrada, podemos obter comportamento e prestações bastante diferentes (por exemplo, peguem num V2 de 1000cc de uma custom e num V2 com a mesma cubicagem, numa sport).
No geral, aprecio qualidades em todas as arquitecturas de motor. E até mesmo nos monocilíndricos, que seria a configuração que evitaria à priori, consigo ver que é a mais indicada para determinados tipos de moto, como sejam as enduristas ou MX, em que toda a força tracção tem estar logo ali quase disponível.
Agora.... aquela arquitectura de motor pela qual sinto talvez maior afinidade e que talvez tenha o melhor "equilíbrio" entre diferentes mundos? Talvez mesmo um triple (apesar de no mercado haver apenas e só inline 3)! Mas depois, como uma moto não é só motor, às triple actualmente existentes, falta-lhes sempre algo de acordo com o que procuro, para me conseguirem convencer a tomá-las seriamente como opção.
Boas;
Tudo depende, desde que sejam grandes e potentes!!

Já agora deixo aqui uma pergunta, existe alguma mota com um motor estilo VR(4/6)?
Enviado do meu Aquaris M5 através de Tapatalk
4 cilindros.
Diga-se de passagem que a experiência que tenho digna desse nome é com o bicilindrico da CBF500 e com o I4 da minha FZ6.
Mas gosto da rotatividade da minha FZ6. Considero-a uma virtude. Estou muito satisfeito com o motor, que é, aliado ao escape, a alma daquela moto.
Mas ultimamente tenho tido a companhia (não pelas minhas mãos) de uma Monster 796 com escapes SC Racing que me deixa a babar. Que presença!
Já tive motos monocilindricas, 2 em V, 4 em linha e 2 cilindros Boxer... além destes tive a oportunidade de poder conduzir motos com 3 cilindros de 2 e 4 tempos, e o 6 em linha da CBX... no meio disto tudo... gosto muito dos 4 em linha... pela suavidade de funcionamento, ruído, disponibilidade e capacidade de fazer rotação.
(04-11-2016 às 12:38)carlos-kb Escreveu: [ -> ]Talvez mesmo um triple (apesar de no mercado haver apenas e só inline 3)!
O inline 3 da Benelli é um big bang!
Ou era... porque ainda não percebi ao certo a actual orientação da marca.
(04-11-2016 às 12:54)pedromt07 Escreveu: [ -> ]Já agora deixo aqui uma pergunta, existe alguma mota com um motor estilo VR(4/6)?
Só me ocorre a
Horex.