Depois de em 2016 ter apresentado uma linha renovada, a marca britânica anuncia que, já partir do final do corrente mês de Outubro, vão estar disponíveis novas versões, assentes na plataforma da Street Twin.
A Street Cup é baseada na Street Twin com características urbanas proporcionadas pelo seu motor de 900cc e pela extrema agilidade da ciclística, mas de aspecto mais desportivo, de estilo “cafe racer”.
A posição de condução é mais desportiva na Street Cup, enquanto na Twin o motociclista assume uma posição mais relaxada.
Na dianteira, a mota apresenta uma cúpula clássica sobre o farol, enquanto o assento é do tipo monoposto.
Apesar do estilo clássico, a Street Cup tem ABS, acelerador eletrónico e controlo de tracção.
O motor debita 55 cv de potência máxima às 5.900 rpm.
Os acabamentos são de alta qualidade, com uma pintura de dois tons. A Cup mantém os intervalos alargados de manutenção da Street, de 16.000 km.
![[Imagem: vsf4nL3.jpg]](http://i.imgur.com/vsf4nL3.jpg)
OK!
Agora qualquer coisa tem que ter control de tracção.
(18-10-2016 às 19:51)LoneRider Escreveu: [ -> ]OK!
Agora qualquer coisa tem que ter control de tracção.
Diria que não falta muito para vir de série como o ABS. Podes sempre desligar!
Agora é motas estilo café racer às paletes, já começa a ser demais na minha opinião...
(18-10-2016 às 20:33)michelfpinto Escreveu: [ -> ] (18-10-2016 às 19:51)LoneRider Escreveu: [ -> ]OK!
Agora qualquer coisa tem que ter control de tracção.
Diria que não falta muito para ver de série como o ABS. Podes sempre desligar! 
Agora é motas estilo café racer às paletes, já começa a ser demais na minha opinião...
Apesar de teres razão, acho que a Triumph tem jeito para a estética cafe racer.
A aposta das marcas nesse mercado existe porque elas sabem que (ainda) anda muito pessoal a comprar motas antigas para as transformar. Se as transformam é porque não se revêm na estética das motas actuais, e se não se revêm nessa estética é preciso criar outra que vá ao encontro do que o cliente quer. E assim se cria esse nicho de mercado.
Já tinha dito no tópico da Intermot que gosto.... gosto mesmo muito

! Acho que acaba no fundo por ser uma Thruxton Ace descafeínada.
Tem pormenores muito interessantes, e esse esquema cromático bicolor amarelo / cinza, assenta-lhe na perfeição.
O facto de ter inspiração café-racer, mas não contemplar os tradicionais avanços sob a mesa de direcção, e no seu lugar prever um guiador, ajuda bastante no capítulo ergonómico.
Acho uma boa e exclusiva proposta, para quem queira uma moto distinta e despretensiosa.... que se pode ainda revelar como uma excelente all-rounder para o dia a dia e voltinhas de fim de semana. Ainda mais com esses intervalos de manutenção anunciados.
Mostra robustez e emana um ar de qualidade de construção notório.
Depois, poderá ainda mostrar-se como uma excelente opção para pessoal mais maduro, que queiram começar ou regressar às duas rodas.... ou até mesmo para o sexo feminino.
Daqui a uns tempos, a ver se passo no Areeiro, para a ver ao vivo (e quiçá algo mais, ainda que a política de testes da Triumph Lisboa, seja algo complexa de entender).
Tem pormenores engraçados... só espero que a Triumph não se deixe dormir neste limbo como outrora a industria motociclistica e automobilistica andou e demorar 3 vezes mais tempo para apresentar coisas novas...
Uma coisa boa... ao menos estas são as originais.
E simpatizo e muito com os produtos desta casa, desde há muito... ainda sinto o sabor amargo duma SpeedTriple 750 que devia ter vindo para a minha garagem e que nunca veio...
(18-10-2016 às 21:29)nelsonajm Escreveu: [ -> ]só espero que a Triumph não se deixe dormir neste limbo como outrora a industria motociclistica e automobilistica andou e demorar 3 vezes mais tempo para apresentar coisas novas...
Ultimamente não nos podemos queixar de falta de novidades dos lados de Hinckley.... A gama tem sido bastante renovada e com imensas novidades, da última década para cá.
Desde as imensas variantes da Tiger, às Speed3 e Street3, às turísticas Sprint GT e Trophy, às clássicas Bonneville, Thunderbird e derivadas.... e a acabar no bacamarte que ainda figura actualmente como a "maior" e mais "cúbica" moto de serie, que é a Rocket III.... não nos podemos queixar, pois tem um belo e renovado catálogo.
Só acho que a vertente sport tem sido descurada, e só contemplarem actualmente uma desportiva, com o triple de 675cc e duas variantes (Daytona e Daytona R), deixa um pouco a desejar. Gostava de ver novamente a Triumph com uma desportiva de maior arcaboiço, como tiveram no passado as 900, 955i, T595, 1000, etc.
Também acho que o catálogo é variado, e ao fim de dezenas de anos, finalmente, é que a Triumph está a colher os frutos de se ter mantido fiel à sua estética mais clássica, e daí uma maior insistência neste tipo de modelo. Faltam é mais desportivas, como diz o Carlos...
Pois é... a moda das CaféRacer ainda está por aí... e o produto deles serve muito bem esse propósito... espero que quando esta moda acabar... eles acompanhem e inovem... e não se deixem dormir...
o que quero dizer é que não se limitem a mudar a roupagem...
Já agora... só naquela...
(18-10-2016 às 19:51)LoneRider Escreveu: [ -> ]Agora qualquer coisa tem que ter control de tracção.
Sim.
Há uns senhores em Bruxelas muito preocupados com a nossa segurança.
Está prestes a ser uma gadget obrigatório para modelos novos.
Tal como o ABS já o é.
Daí que na maioria dos modelos introduzidos este ano os construtores já se tenham antecipado.
(18-10-2016 às 20:33)michelfpinto Escreveu: [ -> ]Agora é motas estilo café racer às paletes, já começa a ser demais na minha opinião...
A Triumph já o fazia antes de ser moda.
E um modelo retro no catálogo de qualquer marca não estorva.
Só compra quem quer. Normalmente invocam o passado da marca. E em regra geral são consensualmente bonitas.
Ainda por cima, estamos a atravessar um periodo muito fraquinho no que diz respeito a design.
(18-10-2016 às 21:07)MagJet Escreveu: [ -> ]Apesar de teres razão, acho que a Triumph tem jeito para a estética cafe racer.
Jogam em casa.
(18-10-2016 às 21:07)MagJet Escreveu: [ -> ]Se as transformam é porque não se revêm na estética das motas actuais, e se não se revêm nessa estética é preciso criar outra que vá ao encontro do que o cliente quer.
É a grande realidade.
Além de que estes modelos acabam por estimular um mercado enorme de acessórios e indumentária bastante apelativa.
(18-10-2016 às 21:24)carlos-kb Escreveu: [ -> ]Mostra robustez e emana um ar de qualidade de construção notório.
Depois, poderá ainda mostrar-se como uma excelente opção para pessoal mais maduro, que queiram começar ou regressar às duas rodas.... ou até mesmo para o sexo feminino.
Há uns tempos quando
fiz o test drive à Street Twin base, o que me saltou à vista foi mesmo os detalhes e a elevada qualidade de construção.
Os tailandeses estão a fazer um excelente trabalho.
Os acabamentos estão a anos luz das motos que eram produzidas em Hinckley há uns anos atrás.
E a sensação que deixa é mesmo a de uma moto urbana bonita, fácil de conduzir e capaz de encher o ego quando se para num semáforo.
O único ponto negativo que encontrei foi a caixa de velocidades ser um bocado dura.