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Versão completa: DiY Sistema de Transmissão por Corrente (limpeza)
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Pianoman

E não terão também a função de impedir que a lubrificação (de fábrica) saia?

Com isto, não impedirão também que a lubrificação (a nossa) entre e atinja precisamente a tal articulação de que falas, Rui?

Eu digo o porquê desta minha conversa.

Tenho andado a pensar se não será mais vantajoso usar uma corrente SEM o-rings nem x-rings.
Obviamente apenas se tivermos a capacidade de lubricar muito frequentemente a corrente. Aliás, o sistema seria mais eficaz se fosse utilizado um sistema automático de lubrificação (tipo Scottoiler, Tutorial ou outros).

O que me dizem?
Tretas pá!
O lubrificante circula pela corrente sem nenhum tipo retenção.
É por isso que convém por o lubrificante com a corrente parada mas quente, para que se entranhe e lubrifique efectivamente a corrente.

Uma corrente vulgar numa mota como a tua é um corrente sem elasticidade e propensa a partir.
Todos dizem que o scotoiler alarga a vida a das correntes mas eu acho o seu funcionamento contra produssente. Lubrifica por um lado e a lei da gravidade dispara o lubrificante da corrente para todos os lados menos para dentro da corrente.

Uma corrente deve ser cuidada, lavada periódicamente (mas em exageros) com intervalos que não devem ser superiores a 10000km, lubrificada a quente em intervalos de 500km (+/-) e estes intervalos devem ter sempre em conta a altura do ano e o tipo de utilização que se dá ao sistema. A bitola não pode/deve ser a mesma se apanhar muita água no Inverno, se for uma mota que faça muitos caminhos com pó/lama, etc, etc...
O lubrificante é parte importante, convém que seja a base de teflón para eliminar fricções.
A qualidade das correntes e rodas dentadas tem muito que ver. Para mim as correntes escrevem-se com três letrinhas apenas!

D.I.D

Tenho correntes que aguentaram mais de 50000 km e existem casos de mais de 100000km.

Tudo influencia, sendo que o melhor a fazer é criar um critério de manutenção tendo como base a informação que podes encontrar por aí e que te pareça mais fiável.

Eu já expliquei como é que eu faço e até a data, a corrente da Artax tem 12000 km, sendo boa parte no monte, e aparenta ter vida para mais 10000 no pior dos casos (levando em conta o tipo de utilização).

Pianoman

A minha actual corrente tem duas letrinhas apenas: RK ;-)

Obrigado pelas dicas.
Já tinha noção de tudo o que explicaste mas a minha ideia era mesmo lançar a "bomba" da corrente sem o-rings que não me parece ser muito disparatada (se a lubrificação for feita de forma muito cuidada, volto a repetir).
As RK nao tem fama de serem duradeiras!
Mas a D.I.D. fazem correntes de toda a medida!
Tenho uma D.I.D de reserva para a Artax (nova em folha) que tem o compasso 520 como as vossas!
Assim, que correntes nao devem faltar!

Pianoman

A anterior corrente foi D.I.D. e acho que durou uns 30.000km.
Esta agora é RK mas ainda não sei o modelo.

Obviamente ambas são 520 de largura e 112 elos. Ainda perguntei ao mecânico se valia a pena meter uma 525 mas ele disse-me para não inventar!
Curioso o mecânico ter-te dado assim uma seca...
(01-04-2018 às 20:02)vindaloo Escreveu: [ -> ]Curioso o mecânico ter-te dado assim uma seca...

Diria que não deve ser mau mecânico... Pois outro aproveitava para inventar e o cliente a pagar. Se a Honda considera que aquela medida é a mais indicada, e não alterando nada, parece-me que deve ser a melhor medida...
A CBF está com 32000km e ainda com a corrente de origem. Lavei a corrente uma única vez nestes 32000km mas sempre lubrifiquei com muita regularidade. Agora como a mota anda muito parada (tem estado em Viseu), neste fim de semana apercebei que há um elo com ferrugem. Ainda pensei em meter w40 naquilo, mas já li que como a corrente te o-rings pode estragar a corrente (da mesma forma que também já li o oposto). Neste caso, tento o w40 ou avanço já para a mudança da transmissão?
A manteiga sempre foi bué tenrinha, por isso é fama da qual não te vais ver livre pá! devil

A ferrugem é sinal de pouca lubrificação, mas não tem porquê ser sinal de corrente nas lonas.
O que importa é o interior e isso deteta-se com o ouvido.
Uma corrente bem cuidada e lubrificada emite um ruído compassado e certinho de tac tac tac...
Uma corrente mal tratada o tac tac tac passa a ser decomposto e dessincronizado. Muito semelhante ao de pisar ramas e folhagens mortas no meio de um bosque.
Mas se a tua corrente parece os grilos e as cega regas numa noite de verão, o melhor mesmo é pensar em comprar outra, porque normalmente já está ovalizada e já pouco lhe podes fazer para a afinar devidamente.
(02-04-2018 às 08:58)dmanteigas Escreveu: [ -> ]A CBF está com 32000km e ainda com a corrente de origem. Lavei a corrente uma única vez nestes 32000km mas sempre lubrifiquei com muita regularidade. Agora como a mota anda muito parada (tem estado em Viseu), neste fim de semana apercebei que há um elo com ferrugem. Ainda pensei em meter w40 naquilo, mas já li que como a corrente te o-rings pode estragar a corrente (da mesma forma que também já li o oposto). Neste caso, tento o w40 ou avanço já para a mudança da transmissão?

O WD40 é corrosivo.

E as juntas dos elos são num composto emborrachado que se deteriora com esse produto maravilhástico.

Idem para grandes esfregas com escovilhões de aço, rebenta-se uma corrente toda.

Eu metia óleo e siga...

Se sentires o 'raspar de talheres' mete mais óleo e afina um bocadinho. (afasta a roda).

Se continuar sim... pensava em trocar.

Tem em conta que uma 125cc não tem as descargas na roda que tem uma mota. logo este assunto é sempre pouco grave devil
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