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Versão completa: Informação de Emergência para Motociclistas
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(20-06-2016 às 10:07)OFFICER Escreveu: [ -> ]Epá a ideia do chip até pode ser bonita, mas seria colocado onde? Num braço? E se o braço desaparecer?  thumbsdown

Já p'ra não falar dos motociclistas que não têm braços para chipar...

devil

[Imagem: 478596.jpg]
(20-06-2016 às 22:10)marco.clara Escreveu: [ -> ]Em determinada altura, há uns anos valentes atrás, também surgiu uma recomendação que era colocar a referência ao tipo sanguíneo no telemóvel. Também é uma possibilidade.
Resta saber se, hoje em dia, em relação a qualquer uma destas (carteira + telemóvel), alguém vai lá procurar a ver se encontra esse tipo de informação.

A mim, disse-me uma enfermeira da urgência do Sta. Maria, que eles testam sempre o tipo de sangue e, quando não têm tempo de testar, dão tipo O RH- até terem tempo, que é o tipo de sangue compatível com todos.

Quanto aos contactos, eu tenho na carteira, junto ao cartão do cidadão, um papel com o contacto do meu irmão e da minha mulher. Até porque não é só de mota que acontecem situações de emergência. Pode ser de carro, posso ir no meio da rua e desmaiar, etc.

Cloud

Essa do grupo sanguíneo é outro mito urbano. Achas mesmo que um médico te vai meter um sangue só porque tens um papel na carteira ou no telemóvel? Eles têm sempre que testar, e não demora dias como no CSI lol

Quanto aos contactos é irrelevante. Todos temos as nossas rotinas, e todos temos as nossas horas para chegar a casa. Se no dia-a-dia demoramos mais de 1h/2h a chegar ao nosso destino e não atendemos o telefone, temos sempre quem ligue para as hospitais/polícia para saber informações sobre nós.

Acho que isto tudo é uma não-questão. Não estamos no meio de um deserto nem estamos a fazer uma viagem sozinhos pelo terceiro mundo. Há mil e uma maneiras quer do INEM ter informações sobre nós, quer dos nossos ente-queridos serem avisados das desgraças, não é preciso complicar.
A questão (ou "não-questão") não se prende com resolver um problema sem solução (testes ao sangue, obtenção de contatos, etc.), mas sim com facilitar um processo.
Curiosamente no caso da primeira iniciativa que referi (cartão de emergência do motociclista) uma das informações a preencher no referido cartão, entre outras, era o tipo sanguíneo (ver imagem abaixo). Curiosamente também esta iniciativa conta com o apoio do INEM...  smile

[Imagem: cem_zpss90nhloq.jpg]

Cloud

Sim Marco mas é como te digo, nenhuma dessas informações aceleram seja que processo for.

O tipo sanguíneo eles têm que testar na mesma. O nome e data de nascimento estão no cartão de cidadão. O historial médico está disponível na plataforma procurando pelo número de utente (também no cartão de cidadão). A medicação que realmente importa (que neste caso é a não medicação, ou seja, as alergias) antigamente quando se usavam os Bilhetes de Identidade estava colada neste mesmo, agora está mesmo 'dentro' do cartão de cidadão.

Por isso digo que não faz muito sentido ter este tipo de preocupações, estás apenas a duplicar informação, e não a criar algo de mais fácil acesso.

Por isso é que os cães usam chip, porque se esquecem muitas vezes da carteira em casa.
(21-06-2016 às 10:07)Cloud Escreveu: [ -> ]Essa do grupo sanguíneo é outro mito urbano. Achas mesmo que um médico te vai meter um sangue só porque tens um papel na carteira ou no telemóvel? Eles têm sempre que testar, e não demora dias como no CSI lol

Quanto aos contactos é irrelevante. Todos temos as nossas rotinas, e todos temos as nossas horas para chegar a casa. Se no dia-a-dia demoramos mais de 1h/2h a chegar ao nosso destino e não atendemos o telefone, temos sempre quem ligue para as hospitais/polícia para saber informações sobre nós.

Acho que isto tudo é uma não-questão. Não estamos no meio de um deserto nem estamos a fazer uma viagem sozinhos pelo terceiro mundo. Há mil e uma maneiras quer do INEM ter informações sobre nós, quer dos nossos ente-queridos serem avisados das desgraças, não é preciso complicar.

As coisas não são sempre assim tão lineares. blink E qualquer ajuda a fazer chegar a informação, é boa. Às vezes, podem demorar horas a encontrar familiares. Imagina, por exemplo, o seguinte: estás de férias no Algarve, sais à rua para ir comprar um frango enquanto a tua mulher fica a acabar de dar banho aos miúdos. Levas contigo apenas uma nota de 20€ e a chave do apartamento. Infelizmente, és atropelado. Sem documentos, sem um veículo com matrícula, sem cartões multibanco ou telemóvel, etc., como é que eles te identificam? E, mesmo depois de te identificarem, como é que sabem que estás no apartamento ABC de Portimão e não na tua casa habitual em Lisboa? etc. E há situações bem mais complicadas que esta. blink
(21-06-2016 às 15:00)quatropiscas Escreveu: [ -> ]
(21-06-2016 às 10:07)Cloud Escreveu: [ -> ]Essa do grupo sanguíneo é outro mito urbano. Achas mesmo que um médico te vai meter um sangue só porque tens um papel na carteira ou no telemóvel? Eles têm sempre que testar, e não demora dias como no CSI lol

Quanto aos contactos é irrelevante. Todos temos as nossas rotinas, e todos temos as nossas horas para chegar a casa. Se no dia-a-dia demoramos mais de 1h/2h a chegar ao nosso destino e não atendemos o telefone, temos sempre quem ligue para as hospitais/polícia para saber informações sobre nós.

Acho que isto tudo é uma não-questão. Não estamos no meio de um deserto nem estamos a fazer uma viagem sozinhos pelo terceiro mundo. Há mil e uma maneiras quer do INEM ter informações sobre nós, quer dos nossos ente-queridos serem avisados das desgraças, não é preciso complicar.

As coisas não são sempre assim tão lineares.  blink  E qualquer ajuda a fazer chegar a informação, é boa. Às vezes, podem demorar horas a encontrar familiares. Imagina, por exemplo, o seguinte: estás de férias no Algarve, sais à rua para ir comprar um frango enquanto a tua mulher fica a acabar de dar banho aos miúdos. Levas contigo apenas uma nota de 20€ e a chave do apartamento. Infelizmente, és atropelado. Sem documentos, sem um veículo com matrícula, sem cartões multibanco ou telemóvel, etc., como é que eles te identificam? E, mesmo depois de te identificarem, como é que sabem que estás no apartamento ABC de Portimão e não na tua casa habitual em Lisboa? etc. E há situações bem mais complicadas que esta.  blink

Legalmente nunca podes andar sem os documentos lol
(21-06-2016 às 10:07)Cloud Escreveu: [ -> ]Quanto aos contactos é irrelevante. Todos temos as nossas rotinas, e todos temos as nossas horas para chegar a casa. Se no dia-a-dia demoramos mais de 1h/2h a chegar ao nosso destino e não atendemos o telefone, temos sempre quem ligue para as hospitais/polícia para saber informações sobre nós.

Tens a certeza do que aqui dizes? Mesmo?
Olha que o mundo não começa e termina aí em casa... ;-)
Chefe! Tive um acidente!
Heina! E a camnete?
Tenho uma orelha ao de pendurão...
Ya ya! Estragou-se muito?
.... Tres costelas partidas.....
Torceste os radiadores?
..... Duas fraturas expostas....
Conseguiste deslocar a cabine!?
.... Bacía partida....
Deslocaste o motor!!!!
.... Vértebras fracturada....
Torceste o chassi, não acredito!
... E metade do occipital saltou fora....
Sim! Sim! Mas a camnete como é que está?
.... A camnete vai para sucata chefe.
Estás despedido.




Moral da coisa.
Não valemos nada.
Quem é que quer saber de nós!!!
(21-06-2016 às 18:14)LoneRider Escreveu: [ -> ]Chefe! Tive um acidente!
Heina! E a camnete?
Tenho uma orelha ao de pendurão...
Ya ya! Estragou-se muito?
.... Tres costelas partidas.....
Torceste os radiadores?
..... Duas fraturas expostas....
Conseguiste deslocar a cabine!?
.... Bacía partida....
Deslocaste o motor!!!!
.... Vértebras fracturada....
Torceste o chassi,  não acredito!
... E metade do occipital saltou fora....
Sim! Sim! Mas a camnete como é que está?
.... A camnete vai para sucata chefe.
Estás despedido.




Moral da coisa.
Não valemos nada.
Quem é que quer saber de nós!!!

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