(23-05-2016 às 17:23)marco.clara Escreveu: [ -> ]Por fim, o facto de ser (de acordo com o fabricante) construído especificamente para esta mota, dá-me algum conforto e descanso no sentido que (em princípio) não estou a "estragar" nada. Este último ponto é na minha opinião muito importante, e vai ao encontro do que o artigo descreve. Penso que melhorias estéticas e sonoras não justificam comprometer o "coração" da burra...
Lá porque o fabricante do escape afirma que é construído especificamente para essa moto não significa que o fabricante da moto partilhe da mesma opinião.
Ou seja... para a BMW esse SC Project vale tanto quanto um Leovice, um Arrow ou mesmo um artesanal da Escopião!
O único aftermarket que a BMW reconhece é o Akrapovic que vem no catálogo da marca.
E que se for como os restantes, esse só se consegue através de um dealer bmw motorrad. Nem os dealers da Akrapovic os vendem.
(24-05-2016 às 23:57)ClaXav Escreveu: [ -> ]Apesar do escape que instalaste na bonita F800R ser especifico para o modelo, não quer dizer que passa na inspecção. Terás de ter cuidado com as emissões de gases pela ausência de catalisador (pelo menos na minha o catalisador está colocado na panela de pressão).
Já alguém se deu ao trabalho de abrir o livrete e confirmar o valor de emissões assinalado?
É que a minha de 2004 não tem. Apenas declara o ruído.
Estou curioso quanto às motos matriculadas mais recentemente...
(25-05-2016 às 12:45)pneves33 Escreveu: [ -> ]Sou só eu que acho o escape da nova SV650 uma aberração de todo o tamanho?
Suzuki, meu caro...
Nem é dos piores. Olha para o da GSX1250 e diz-me se é normal quem em 2016 ainda se faça coisas assim!
(25-05-2016 às 13:56)LoneRider Escreveu: [ -> ]Primeiro dizer que o aumento de sonoridade como argumento de segurança é falso.
Mas não é.
A sonoridade tem tanta influencia na segurança, que os veículos eléctricos estão a tornar-se um problema precisamente porque não se ouvem!
https://youtu.be/CzdJG5lKmtA
E é uma ironia que as próprias comissões e entidades que penalizam os veículos convecionais pelo barulho que produzem estarem a criar regras para que o construtores de veículos eléctricos implementem sistemas para que se ouçam enquanto circulam!
(25-05-2016 às 13:56)LoneRider Escreveu: [ -> ]Quarto, o aumento de potência de 5 ou mais CV, só é evidente num banco de motor ou no final de uma recta de um track day. Escusado será de dizer que este tipo de escapes são o mais recomendado para usar neste tipo de actividades.
Tens toda a razão quando dizes que o aumento de 5cv só se faz sentir nesse tipo de condições.
Mas a potência não é nada mais do que o trabalho realizado pelo binário. E o binário sente-se.
Mais do que potência extra, substituir o escape e respectiva parafernália adequadamente traduz-se sobretudo numa entrega mais linear e redução ou mesmo em eliminar eventuais poços de potência.
Já alguém se questionou porque razão as primeiras motos afectadas pelo aperto nas restrições ambientais apesar de produzem potencias pico bastante decentes sofriam depois com colossais "poços" potência nos médios regimes?
Será coincidência que os regimes afectados são exactamente os mesmos em que são efectuadas medições de ruido e emissões?
Não me parece que seja coincidencia.
A dura realidade é que as pesadas restrições ambientais tiveram um brutal impacto na performance dos motores.
Não é à toa que a antiga classe "intermédia" onde predominavam os 600cc, hoje estão nos 800 ou 900. E outros mais inteligentes, viraram-se para motorizações a sério: os tricilindricos.
(25-05-2016 às 13:56)LoneRider Escreveu: [ -> ]Quinto, experimentem fazer 3h de autoestrada com um escape esganiçado a velocidades de autobahn.
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